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quinta-feira, 6 de março de 2014

Skhizein – O homem que vive a 91 centímetros dele mesmo

O curta-metragem de animação Skhizein (França, 2008) faz o espectador acompanhar o sofrimento do pobre Henri, acometido por um mal súbito e incontrolável. 
O filme mostra de maneira simbólica o sentimento de deslocamento em relação ao mundo,  vivido pelo personagem, que está a 91 centímetros dele mesmo. 

Vale o play.



domingo, 14 de outubro de 2012

Sugestão de domingo


Uma dica pra escutar nesse domingo macio. Os Bacamartes, banda daqui de Joinville, fino!



"não sei se é certo, mas quero ver o caos nesse quintal

que belas roupas, me sinto o grampo do varal
sempre tão perto
mas nunca no momento especial"


sábado, 13 de outubro de 2012

Pai, afasta de mim esse cinza.

Desde pequena sempre gostei muito de desenhar, não que eu desenhasse bem, mas eu vivia desenhando. É um pouco (talvez muito) triste saber que quando aprendemos a escrever, deixamos de lado o desenho, praticamente paramos de utilizar esse meio de comunicação, que ao meu ver é tão importante quanto a escrita. Acho que se a escola incentivasse e ensinasse arte, pintura, desenho, e outras manifestações artísticas da mesma forma como ensina a forma escrita para os alunos, teríamos muitos artistas por aí. "mas eu não sei desenhar", sempre me pego falando essa frase danada, e ouvindo isso de muitas, m u i t a s pessoas, precisamos aprender a nos desapegar do resultado, em tudo na vida, e nesse caso aqui, no desenho. Não tem quem não saiba desenhar, existem pessoas que apresentam grande habilidade pra isso, mas com certeza elas foram desenvolvendo suas técnicas e habilidades com o tempo e a prática, tá certo que tem gente que parece que nasceu sabendo, mas né! Desenhem meus caros, desenhem. Espalhem pela cidade, colem, pintem os muros, menos cinza POR FAVOR. Com a prática vamos criando nossas próprias técnicas, aprendendo com os outros, melhorando nossas habilidades, tendo novas ideias. E pra você que ainda acha que não sabe desenhar, saiba que não desenhamos com nossas técnicas, mas com a nossa cultura e nosso repertório de vida. Técnica qualquer um aprende. :) Algumas brincadeirinhas recentes...



mão livre+aquarela+photoshop


mão livre+aquarela+carvão+photoshop

mão livre+photoshop

lápis+aquarela

lápis+aquarela+efeito iluminação (foto)+photoshop

aquarela+forminhas de brigadeiro

aquarela+photoshop


...


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Me deixa ser...


A sua estátua
De jardim,
O seu cabide de casacos,
Só não me tira de vez
Da sua casa
 
Eu posso ser a empregada
Da empregada
Da empregada
Da empregada
Do seu tio.

Me deixa ser
O seu pingüim
De geladeira,
Eu fico uma semana inteira
Sem mexer

Me deixa ser
O passarinho do relógio

Que de hora em hora
Pode aparecer,
Pra eu te ver

Me deixa ser
Quem passa a calça
Que você precisa usar
No seu jantar
À luz de velas
Com alguém

Me deixa ser quem deixa
Vocês dois
De carro
Em um restaurante caro
Só não deixa eu ser ninguém
Na sua vida



domingo, 3 de junho de 2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Intuição


Ter nas pessoas
a confiança dos gatos,
que fecham os olhos
e esticam o pescoço,
na certeza do carinho
 
 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

mudar

mudar de cabelo
mudar de namorado
mudar de opinião
mudar de cidade
mudar de músicas
mudar de cor
mudar de caminho
eu gosto
trocar sapato
trocar ideia
trocar figurinha
trocar toque
trocar abraço
trocar de roupa
eu gosto

afável
amável
arável
coável
doável
gozável
ideável
movível
mudável
mutável
potável
solúvel
ilegível
volátil
versátil
táctil
eu gosto








domingo, 22 de maio de 2011

Documentário: QUE PORRA É ESSA?!

Através de depoimentos de estudantes de todo o Brasil, presentes no 47º congresso da UNE, o vídeo mostra a lastimável situação do movimento estudantil brasileiro.

Assista aqui: 

Este documentário retrata muito bem como funciona o sistema de eleições congressuais que garante que a UJS permaneça majoritária na UNE. É bastante interessante, e vale a pena a paciência dos 9 minutos de cada parte.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Banda Gentileza

amo
adoro
36386 vezes elevadas ao infinito
mais duzentas e dez vezes

Sério, seríssimo pessoas. Ouçam Banda Gentileza.
acesse o site: bandagentileza.com.br. 
Lá dá para baixar, ouvir, ou comprar o CD. Bem digno. Além de acompanhar a agenda da banda, e se no caso você for de Joinville, dá para ficar torcendo toda semana para eles virem pra cá. *--------------------*





 (muito minha cara essa música, não que eu contrarie tudo U_U magiiina)


<3

Carpinejar

"O amor não é para os equilibrados. Não somos feitos para nos encaixar, mas para arrebentar as caixas.
Seduzir é cutucar, esbarrar, encher o saco, expor as fantasias, ensaiar aproximações novas, não desistir da personalidade, contrariar as expectativas, fazer drama para despencar na comédia. "

"Porque amor é justamente isso, é ficar inseguro, é ter aquele medo de perder a pessoa todo dia, é ter medo de se perder todo dia. É você se ver mergulhado, enredado, em algo que você não tem mais controle."


terça-feira, 17 de maio de 2011

Nem Deus, Nem Patrão, Nem Marido

A história de 4 operárias que lançaram um jornal anarcofeminista. Esta é a base do filme “Nem Deus, Nem Patrão, Nem Marido”, de Laura Mañá, que estreiou na Argentina em 24 de junho de 2010.



Sinopse
Quando a polícia rosarina ameaça de morte Virgínia Bolten como represália a seu discurso anarquista, esta se emigra para Buenos Aires. Uma vez ali, busca refúgio na casa de Rogelio, um homem de espírito generoso e solidário que foi amigo de seu pai. Virgínia logo estabelece com Matilde, uma mulher também anarquista que leva a cabo sua militância em uma fábrica de fiação, propriedade de Genaro Volpone.
Este encontro se produz quando na fiação estoura um conflito pela demissão de uma das operárias. É nessa ocasião, a presença de Virgínia é decisiva para levar adiante o protesto. Ainda que as medidas de força não alcancem seus objetivos, como conseqüência da mesma se constitui um grupo que, junto a Virgínia, tentará tornar realidade um velho projeto desta: a edição de um periódico anarquista em que a voz da mulher ressoe com uma firmeza e contundência inédita para a época.
Depois de se salvar de vários revés, o periódico La Voz de la Mujer ganha as ruas, convertendo-se no primeiro na América Latina que englobou as idéias comunistas-anarquistas e feministas.
A fortaleza da personalidade de Bolten transcendeu os limites da cidade: ela encabeçou a primeira comemoração e marcha pelo 1º de Maio, em 1890.
Ficha artística
Maria Alche, Alejandra Darin, Ulises Dumont, Daniel Fanego, Ana Fernandez, Agatha Fresco, Joaquin Furriel, Esther Goris, Jorge Marrale, Laura Novoa, Eugenia Tobal.
Ficha técnica
Dirigida por Laura Maña; Roteiro: Graciela Maglie e Esther Goris; Diretor de produção: Facundo Ramilo; Fotografia: Oscar Perez; Som: Jorge Stavropulos; Música original: Mauro Lázzaro; Edição: Frank Gutiérrez; Vestuário: Graciela Gaján; Produtor executivo: Alejandra Brandan (Arg), Maria Jose Poblador (Esp); Produção Geral: Fernando Sokolowicz, Maria Jose Poblador, Claudio Corbelli.
Uma produção de San Luis Cine, Cinema Uno e Luna Films em co-produção com FELEI Cooperativa Ltda., Fundación C&M e Aleph Media com apoio de INCAA, ICAA e Generalitat de Catalunha. Distribuição: Primer Plano Film Group S.A.
A respeito de Virginia Bolten
Era filha de um vendedor ambulante alemão. Trabalhou em uma fábrica de sapatos e logo na empresa açucareira Refinaria Argentina de Rosário. Casou-se com um anarquista uruguaio de sobrenome Márquez, ativista no grêmio de sapateiros.
Em 1° de Maio de 1890, encabeçou a primeira manifestação pelo 1° de Maio em comemoração aos Mártires de Chicago, levantando uma bandeira negra em letras vermelhas com os escritos: “1° de Maio, Fraternidade Universal”. Logo depois de pronunciar um discurso revolucionário e difundir propaganda anarquista aos trabalhadores em frente da Refinaria Argentina, é detida sob a acusação de atentar contra a ordem social. Foi a primeira mulher oradora em uma concentração operária.
Durante 1896/1897 editou o primeiro periódico anarcofeminista La Voz de la Mujer, cujo lema era “Nem Deus, nem patrão, nem marido”. Neste periódico se divulgam os ideais do comunismo libertários, as injustiças contra os trabalhadores e em especial contra as mulheres. Também colaborou nas páginas do jornal La Protesta.
Participou como oradora em atos anarquistas em cidades como San Nicolás de los Arroyos, Campana, Tandil y Mendoza. Em novembro de 1900 foi presa junto a Teresa Marchisio e outros quatro anarquistas por organizar uma contramarcha em repúdio à procissão católica da Virgen de la Roca, em Rosário. Também organizou a “Casa del Pueblo” junto a outros anarquistas, realizando eventos políticos-culturais, debates, discussões, leitura de poesia e teatro para os operários. Em 20 de outubro de 1901 foi presa por distribuir propaganda anarquista nas portas da Refinaria Argentina durante um conflito em que morreu pela repressão policial o operário Cosme Budislavich. Em 1902 participou de uma manifestação em Montevidéu no 1° de Maio, e como oradora denunciou a Lei de Residência Argentina e a repressão ao movimento operário. Este ano participou também de um ato do Sindicato Portuário no teatro San Martín. Em 1904 voltou a Buenos Aires e formou parte do Comitê de Greve Feminino organizado pela Federação Operária Argentina, mobilizando aos trabalhadores do Mercado de Frutos de Buenos Aires. Essas febris atividades causaram em Virginia Bolten problemas de saúde; seus companheiros do grupo de teatro Germinal iniciaram uma coleta em seu benefício. Em 1905 foi novamente presa e seu companheiro Márquez foi deportado ao Uruguai, aplicando-se a Lei de Residência.
Em 1907, participou na greve de inquilinos como parte do “Centro Feminino Anarquista”, razão pela qual se aplicou a Lei de Residência e foi expulsa para o Uruguai, sendo Montevidéu seu lugar de radicação definitiva. Sua casa se converteu em uma base de operações dos anarquistas deportados da Argentina. No Uruguai se reuniu com sua família, composta por Márquez e seus filhos pequenos. Em 1909 colaborou com o periódico anarcofeminista dirigido por Juana Rouco Buela, La Nueva Senda (1909-1910). Em Montevidéu organizou protestos pela brutal repressão ao 1° de Maio de 1909 em Buenos Aires, onde as forças policiais de Ramón Falcón assassinaram cerca de uma dezena de operários. Também participou da campanha a favor do pedagogo Francisco Ferrer y Guardia, fusilado en Montjuich em 1911. Neste ano trabalhou na Associação Feminina – Emancipación, organizando as mulheres anticlericais, a operadoras telefônicas (em sua maioria mulheres) e ativa contra as sufragistas femininas.
Formou parte do grupo que apoiou o anarco-battlismo junto a Francisco Berri, Adrian Zamboni y Orsini Bertan (anarquistas que apoiavam ao regime do presidente reformista Battle y Ordóñez, que laicizou o estado e a repartição pública, além de nacionalizar empresas de capitais estrangeiros). Durante este processo, o anarquismo perdeu apoio popular e ganhou preponderância o Partido Socialista do Uruguai. Durante 1913 o periódico do partido, chamado El Socialista, atacou fortemente a Bolten e seu grupo, acusando-las de trair ao movimento operário.
Nos últimos anos de sua vida integrou o Centro Internacional de Estudos Sociais, uma associação libertária de Montevidéu durante 1923. Segundo se crê, continuou vivendo no bairro de Manga, em Montevidéu até sua morte, ao redor de 1960.
Virginia Bolten foi apelidada a “Louise Michel rosarina”.

 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

vem do latim...


ESTOU COM FRIO: quero que você me abrace
TALVEZ: sim
ACHO QUE SIM: é óbvio
NÃO SEI: claro que eu sei mas não quero te falar
SÓ POR CURIOSIDADE: claro que não é só por curiosidade
NÃO FOI NADA: acho bom você se desculpar 24523 vezes
AHAM: não escutei o que você falou
OI?: repete
ENTÃO TCHAU: pede pra eu ficar mais um pouco porra
ÓUN:  vontade de te sequestrar e colocar na minha estante
DEIXA QUE EU TE LIGO: esquece, eu nunca vou te ligar
QUE BOM: ninguém perguntou
VOU NESSA: vou ficar invisível no msn
POIS ENTÃO: me beija logo cara
NÃO TENHO MEDO: não sai daqui
DORME BEM: dorme aqui
ESTOU QUASE AÍ: nem saí de casa
ESTOU QUASE TERMINANDO: ainda nem comecei
 
mais palavras para o dicionário! 
by @MenteDaMulher
 
Não foi nada, não! = Foi tudo!
Faça o que você achar melhor. = Se você fizer isso, eu vou te matar.
Não se preocupe comigo. =  Fique ao meu lado me paparicando o dia inteiro.
É só carência. = Estou à beira de um suicídio.

 


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Carpinejar

"- Desejo passar o resto da minha vida com você.
- Não, uma vida com você nunca será resto. "

"Na infância.. Bastava sol lá fora e o resto se resolvia."

"Ando no escuro para tocar onde não devo. Amor é tocar onde não se deve. E curar sem entender a doença."


"A vida com erros de ortografia
tem mais sentido.
Ninguém ama com bons modos."


"Atendi o pedido de meus pais, de não falar com estranhos e até hoje não me escuto."


"Sempre acharemos que o outro está estranho quando não faz o que desejamos."


"Perder-se é uma maneira de fazer novos caminhos e quebrar a rotina. Ninguém acha um atalho sem se perder antes"


"Se alguém me achar, me devolva."


"Porque amor é justamente isso, é ficar inseguro, é ter aquele medo de perder a pessoa todo dia, é ter medo de se perder todo dia. É você se ver mergulhado, enredado, em algo que você não tem mais controle."


"Fazer tudo para agradar é o caminho mais rápido para rejeição. Todo charme tem um pouco de antipatia."


"A honestidade é antipática.
As pessoas que são justas, discretas, comportadas, netos ao colo, casos arquivados, não rendem literatura.
A impureza emociona."



"A paz me deixa nervoso - acho sempre que é tédio."


"Machucamos com a voz, mas para torturar mesmo só com o silêncio."


"Para o amor, um banco de praça já basta.
Ou ficar na frente de um portão.
Ou uma xícara de café.
Amor mesmo é um filme de baixo orçamento."


"O mundo não é limitado, reduzimos o mundo pela preguiça de enxergar."


"Indiferença: não merecer uma resposta. Desprezo: não merecer nem a pergunta."


"Muitos escolhem a solidão porque simplesmente não suportam sua infelicidade com testemunhas."


"O amor é tão arrogante que não aceita virar amizade."


"Amar é uma matemática invertida: acertar o resultado errando o cálculo."


"Excesso de compreensão enjoa - parece desinteresse."


"Escritor é fofoqueiro. Fofoca até o que acontece em sua imaginação."    



segunda-feira, 11 de abril de 2011

Músicas da semana

Tá 'tocano' nesses dias por aqui:


Esquadros

Eu ando pelo mundo
Prestando atenção em cores
Que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo
Cores!
                                                               
Efêmera
Tulipa Ruiz

Hoje é o tempo preu ficar devagarinho
com as coisas que eu gosto e
que eu sei que são efêmeras
e que passam perecíveis
e acabam, se despedem,
mas eu nunca me esqueço.


Às vezes
Tulipa Ruiz

Será que não chega, já estou me repetindo
Eu vivo mentindo pra mim
Outro sim, outra "trip", outro tchau
Outro caso banal, tão normal, tão chinfrim


Nos bailes da vida
Milton Nascimento

Foi nos bailes da vida ou num bar
Em troca de pão
Que muita gente boa pôs o pé na profissão
De tocar um instrumento e de cantar
Não importando se quem pagou quis ouvir
Foi assim

Caçador de mim
Milton Nascimento

Longe se vai
Sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir
O que me faz sentir
Eu, caçador de mim

People Watching
Jack Johnson

I see so many feet going so many ways
People passing by, they got nothing to say
All on our own, just watching and confused
But if nobody told me what to do
I can't stop breaking all the rules

Sgt Pepper's lonely heart club band
The Beatles

We're Sergeant Pepper's Lonely Hearts Club Band,
We hope you will enjoy the show

Evaporar
Little Joy

O rio fica lá, a água é que correu
Chega na maré, ele vira mar
Como se morrer fosse desaguar
Derramar no céu, se purificar
Deixar pra trás sais e minerais
Evaporar

Não existe amor em SP
Criolo Doido

Os bares estão cheios de almas tão vazias
A ganancia vibra, a vaidade excita
Devolva minha vida e morra afogada em seu próprio mar de fél

Like a Rolling Stone
Bob Dylan

How does it feel
How does it feel
To be without a home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?


Dancing With Myself  
Billy Idol
(versão Nouvelle Vague)

When there's no-one else in sight
In the crowded lonely night
Well I wait so long
For my love vibration
And I'm dancing with myself

Love will, tear us apart 
Joy Division

When routine bites hard and ambitions are low
and resentment rides high but emotions won't grow
And we're changing our ways, taking different roads

I wanna be sedaded
Ramones

Just put me in a wheelchair, get me on a plane
Hurry hurry hurry, before I go insane
I can't control my fingers, I can't control my brain
Oh no oh oh oh oh


Deixa o verão
Los Hermanos

Considere toda hostilidade que há da porta pra lá!
Enquanto eu fujo você inventou
qualquer desculpa pra gente ficar
E assim a gente não sai
que esse sofá tá bom demais!
Deixa o verão pra mais tarde... 

Balada do louco
Ney Matogrosso

Eu juro que é melhor não ser o normal
...
Sim sou muito louco, não vou me curar







Jorge Maravilha
Chico Buarque 
(versão Os Bonobos)

Mais vale uma filha na mão
Do que dois pais voando
Você não gosta de mim, mas sua filha gosta


Yann Tiersen
Dark Stuff



Caramba, tem mais 3472+324 músicas. Não consigo colocar tudo.
mi mi mi.




sexta-feira, 8 de abril de 2011

365 cliques

Minha amiga de cabelos vermelhos, olhos azuis e alma multicolorida, parceira da Casa da mae Joana e dona do blogumelo Reino dos cogumelos  está com um novo projeto demaaaaais! É o 365cliques. 
 
O que é: (por @regidani) 

1 ano
12 meses
53 semanas
365 dias

A Proposta é essa…
O desafio de fotografar durante 365 dias, e ter uma “fotografia de portifólio” por dia.
A dificuldade é passar o dia dentro do escritório, e a noite na sala de aula, mas arrumar um tempo pra fazer uma boa foto!

Disciplina, auto controle, paciência… e uma câmera fotografica ;)
 Confiram!


Linus vê uma folha caindo de uma árvore...



Pára diante dela no chão e diz: 
você não será feliz aqui…











quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sou uma criança, não entendo nada - Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos

Antigamente quando eu me excedia
Ou fazia alguma coisa errada
Naturalmente minha mãe dizia:
"Ele é uma criança, não entende nada"...
Por dentro eu ria
Satisfeito e mudo
Eu era um homem
E entendia tudo...
Hoje só com meus problemas
Rezo muito, mas eu não me iludo
Sempre me dizem quando fico sério:
"Ele é um homem e entende tudo"...
Por dentro com
A alma tarantada
Sou uma criança
Não entendo nada...



g e n t e, eu adoro esse DVD do Arnaldo Antunes *-* Ao vivo - lá em casa.

:)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Aos meus Heróis



...
Os meus heróis estão calados nessa hora,
Pois já fizeram e escreveram a sua história.
Devagarinho vou achando meu espaço
E não me esqueço das riquezas do passado.

Eu quero "a benção" de Vinícius de Morais,
O Belchior cantando "como nossos pais",
E “se eu quiser falar com..." Gil sobre o Flamengo,
“O que será” que o nosso Chico tá escrevendo.

Aquelas “rosas” já “não falam” de Cartola
E do Cazuza “te pegando na escola”.
To com saudades de Jobim com seu piano,
Do Fábio Jr. Com seus “20 e poucos anos”.
 
Se o Renato teve seu “tempo perdido”,
O Rei Roberto “outra vez” o mais querido.
A “agonia” do Oswaldo Montenegro
Ao ver que a porta já não tem mais nem segredos.
Ter tido a “sorte” de escutar o Taiguara
E “Madalena” de Ivan Lins, beleza rara.
Ver a “morena tropicana” do Alceu,
Marisa Monte me dizendo ”beija eu”
...
O Zé Rodrix em sua “casa no campo”
Levou Geraldo pra cantar no “dia branco”.
No “chão de giz” do Zé Ramalho eu escrevi
Eu vi Lulu, Benjor, Tim Maia e Rita Lee.
Pedir ao Beto um novo “sol de primavera”,
Ver o Toquinho retocando a “aquarela”,
Ouvir o Milton “lá no clube da esquina”
Cantando ao lado da rainha Elis Regina.
Quero “sem lenço e documento” o Caetano
O Djavan mostrando a cor do “oceano”.
Vou “caminhando e cantando” com o Vandré
E a outra vida, Gonzaguinha, “o que é?”

(...)


domingo, 27 de março de 2011

é isso

***

"Então o amor e a amizade são isso. Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam. Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço"

Mário Quintana




passeando pelo blog Vida operária
achei esse poema lindo do meu amigo Mário! E nada mais digno que as palavras dele, sobre esse monstrinho chamado amor. 

*** 


quarta-feira, 23 de março de 2011